Marconi quer pupilo na presidência da Alego

(Foto: Marcos Kennedy)

Mesmo depois de ter sido preso preventivamente pela Polícia Federal e derrotado na eleição para o Senado no ano passado, o ex-governador Marconi Perillo (PSDB) não está morto politicamente.

O tucano, que hoje mora em São Paulo, trabalha nos bastidores para eleger o deputado reeleito Lissauer Vieira (PSB) presidente da Assembleia Legislativa.

Embora jovem, o parlamentar gaúcho representa o que existe de mais atrasado na política. Na véspera da última eleição, o Ministério Público flagrou uma fila de carros plotados com propaganda do então candidato abastecendo em um posto de combustível em Rio Verde. 

Além de multa, o oferecimento da vantagem ilícita aos eleitores pode custar o mandato de Lissauer, com possível cassação e inelegibilidade por 8 anos.

Apesar do pouco tempo na vida pública, o deputado coleciona contra si representações do Ministério Público Estadual e do Ministério Público Federal. 

Além dos gastos extravagantes com restaurantes e combustíveis, ele também teve o primeiro mandato marcado pela quantidade de faltas  e projetos considerados irrelevantes. 

No ano passado, o promotor de Justiça João Marcos Andere pediu bloqueio de bens de Lissauer no valor de R$ 2,5 milhões por conta de um showmício realizado em Rio Verde com dinheiro público.

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