“Única complicação grave em mais de 4 mil casos”, defende-se Jacsymon

Jacsymon: médico não concorda com afastamento compulsório. (Foto: Facebook)
Jacsymon: médico não concorda com afastamento compulsório. (Foto: Facebook)

Médico critica suspensão imposta pelo Cremego após morte de paciente

Suspenso por seis meses desde a morte da paciente Érica Regina Silvério de Mesquita em uma cirurgia de lipoaspiração em Goiânia, no dia 12 de novembro de 2015, o médico Jacsymon Fonseca Magalhães disse que acha “estranho” o seu afastamento do exercício das atividades pelo Conselho de Medicina de Goiás (Cremego).

Muitas coisas estão estranhas nesse caso”, disse à reportagem do Diário de Rio Verde. “Atraso no laudo, suspensão dada pelo Conselho sem ao menos ter tido julgamento e o que é pior: única complicação grave após mais de 4 mil casos”, protestou.

Por orientação dos seus advogados, Jacsymon informou que não faria mais nenhum comentário sobre o assunto até a conclusão da análise do laudo pelos órgãos competentes.

3 Comments

  • Foi minha irmã que teve o fígado perfurado e a vida ceifada , fala para minha mãe e para a filha dela de apenas dois anos se elas vai achar estranho essa punição , a minha família está totalmente destrutura pela imperícia desse médico do trabalho que se dizia cirurgião plástico .

  • para mim é um assassino como qualquer bandido reles .se fosse em outro lugar fora do Brasil apodreceria na cadeia ou iria para o corredor da morte .aqui mata uma pessoa com as próprias mãos . tira ela do seio da sua família e de seus amigos ( como eu , que até hoje não me conformo ) e tem a cara de pau de achar estranho sua suspensão .faça me o favor !!!!!

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