Serviço da Enel pode piorar?

(Crédito da foto: Divulgação Enel)

Substituição de técnicos da Enel que conhecem a rede por mão de obra flutuante e com pouca formação deve tornar reparos mais lentos, diz presidente de sindicato à rádio Sagres

A demissão de cerca de mil eletricistas e eletrotécnicos que conheciam a rede e tinham know-how na área por mão de obra flutuante e com pouca formação não vai trazer nenhuma melhoria no fornecimento de energia elétrica em Goiás. A avaliação é do presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas no Estado de Goiás (Stiueg), José Maria de Oliveira, em entrevista à rádio Sagres.

Na matéria assinada por Cileide Alves, o representante da categoria afirmou que as equipes de atendimento foram reduzidas em 45%. “O reparo será mais lento e mais caro”, disse. Para ele, não existe nenhuma expectativa de melhora na qualidade do serviço nem de respeito ao Plano de Emergência assinado entre a empresa italiana e o governo estadual em agosto.

A Enel Distribuição Goiás, eleita pela Aneel a pior companhia de energia elétrica do Brasil este ano, divulgou que está investindo R$ 2,5 milhões para formação de mão de obra qualificada e criar banco de candidatos para preenchimento do quadro de funcionários de empresas parceiras.

Em pé de guerra com a Enel, o governador Ronaldo Caiado (DEM) anunciou no último dia 21 que vai sancionar a lei de encampação da empresa pela CELG GT na porta da Enel Goiás. Ele também já declarou que irá pedir ajuda ao presidente Jair Bolsonaro para tratar do destino da empresa.

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