Funcionário de granja com suspeita de gripe A não tem relação com BRF, diz empresa

Peruzzo: “Não temos nenhuma granja interditada"

Embora não tenha relação com surto da doença, suspensão temporária do abate de aves foi considerado benéfico para conter vírus

O diretor da BRF em Rio Verde, Ivan Peruzzo, afirmou hoje, 31, que o funcionário de uma granja na cidade com suspeita de H1N1 não é um integrado da empresa. “Não temos nenhuma granja interditada nem indícios de que isto ocorreu”, asseverou.

Ele esclareceu que os funcionários das granjas foram orientados a evitar visitas à cidade, bem como pedido aos produtores para não frequentar as unidades nesse período. De acordo com ele, a interrupção técnica no abate de aves já estava prevista e não teve nenhuma relação com o surto de influenza A no município. No entanto, apontou, ela acabou sendo benéfica porque ajuda a evitar aglomerações.

Peruzzo também ressaltou que a unidade sempre atendeu de forma rigorosa todas as exigências sanitárias nas granjas e na indústria, como a proibição de visitas de pessoas não vinculadas à produção, assim como cobrança de uso de máscaras, botas e roupas descartáveis.

Na semana passada, a Vigilância Epidemiológica começou a fazer a vacinação contra a gripe A em funcionários das granjas. A Agrodefesa informou que realiza monitoramento para impedir contaminação de suínos por humanos.

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